VelociCoaster e a Arte de Gerenciar Riscos

Acabei de sair da VelociCoaster — uma das montanhas-russas mais intensas do mundo, no parque Island of Adventures, na Flórida.

E o que isso tem a ver com risco?

Tudo.

A verdade é que foi justamente o domínio sobre os riscos que permitiu a evolução da humanidade. Desde que deixamos de apenas reagir ao perigo e passamos a antecipar, prevenir e controlar, conseguimos criar experiências incríveis — como voar, navegar, operar máquinas complexas… ou acelerar a 100 km/h de cabeça para baixo em um trilho de aço.

Na montanha-russa, todos os controles estão presentes: inspeções diárias, testes rigorosos, normas técnicas, áreas de escape, redes de proteção e… até guarda-volumes obrigatórios. Ou seja, conseguimos viver fortes emoções com segurança, porque o risco foi compreendido e tratado com seriedade.

A lição?
Risco não é ausência de ação — é agir com consciência e responsabilidade.
E isso vale para tudo: da segurança cibernética à gestão pública.

PS.: Continuo achando que é coisa pra doido.

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