Alunos do PPEE apresentam artigos no MICRADS’22

Alunos e Ex Aluno do PPEE participaram do MICRADS´22 – The 2022 Multidisciplinary International Conference of Research Applied to Defense and Security, na Escuela Naval de Suboficiales ARC “Barranquilla”, em Barranquilla, Colombia. Eduardo Oliveira Lima, Cileno Ribeiro, Ricardo Oliveira e o ex-aluno, Fernando Rocha Moreira apresentaram cinco artigos aceitos para o evento. O aluno Cileno Ribeiro também teve a oportunidade de presidir uma das salas realizando a função de chair, contribuindo na organização do evento.

O MICRADS ocorreu entre os dias 11 e 13 de julho de 2022, na qual o dia 11 foi o dia presencial, os outros demais, foram online via Zoom. Os artigos tiveram a supervisão e orientação dos professores do PPEE Edna Dias Canedo, Fábio Mendonça, Georges Nze, Rafael Rabelo e Ugo Dias. Eventos como estes buscam não somente divulgar os trabalhos que estão sendo elaborados pelo PPEE, mas também viabilizam a criação de “Networks” e o despertar de novos trabalhos em parceiras com outras instituições.

O diálogo científico e acadêmico nestes eventos multidisciplinares é muito importante pois acelera o processo de internacionalização da UnB e o PPEE no reconhecimento e divulgação de seus trabalhos. Além disso, conferências desse porte são fundamentais pois permitem novos despertares para que pesquisas sejam realizadas e parcerias sejam estabelecidas.

Os artigos aceitos serão publicados em uma edição especial da revista RISTI (PORTO), classificada com Qualis A2.

Artigos apresentados:

  • Avaliação da Rotina Operacional do Operador Nacional do Sistema Elétrico Brasileiro (ONS) em Relação às Ações de Gerenciamento de Riscos Associados à Segurança Cibernética. (Eduardo de Oliveira Lima, Fernando Rocha Moreira, Flávio Elias Gomes de Deus, Georges Daniel Amvame, Rafael Timóteo de Sousa Júnior, Rafael Rabelo Nunes)
  • Gestão de Riscos Cibernéticos no Ambiente Operacional do Sistema Elétrico Brasileiro (ARCiber ONS): uma avaliação do processo de recuperação de dados pelo sistema SCADA. (Eduardo de Oliveira Lima, Fernando Rocha Moreira, Carlos André de Melo Alves, Rafael Rabelo Nunes)
  • A diagnosis on the secret communication process among the agencies of the Brazilian Intelligence System. (Cileno Ribeiro, Rafael Nunes, Robson Albuquerque)
  • Mitigação dos Riscos à Privacidade após Anonimização de Dados. (Juliano Ferreira, Cileno Ribeiro, João Pincovscy, Edna Canedo, Fábio Mendonça)
  • Emprego dual – civil e militar – do 5G na defesa brasileira: uma proposta para o SISFRON, sob domínio do Exército. (Ricardo de Oliveira, Georges Nze, Ugo Dias)

Fonte: PPEE

Fibra debate segurança cibernética em micro e pequenas empresas

A Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) promoveu nesta quinta-feira, 7 de outubro, um bate-papo sobre desafios e cuidados em segurança digital e sobre como a tecnologia contribui para o aumento da produtividade das micro e pequenas empresas. O tema do encontro, que reuniu representantes dos governos local e federal, do setor produtivo e da academia, foi Segurança Cibernética nas MPEs. O evento ocorreu no formato híbrido, em que convidados participaram presencialmente e o público pode assistir pelo canal da Fibra no YouTube.07 10 2021 Reunião do Comitê Gestor Debate Segurança Cibernética Foto Victor Hugo Pessoa Capa

O objetivo da iniciativa foi identificar os principais desafios, gargalos e oportunidades em segurança no ambiente virtual, além de discutir e propor soluções efetivas. “No DF, 75,3% das indústrias são micro e 19,8% são pequenas empresas. A maioria desses negócios estão em ambientes virtuais e alguns têm fragilidades no sistema de segurança. Por isso, a necessidade de discutir o impacto de vazamento de dados”, disse o presidente da Federação, Jamal Jorge Bittar, na abertura do evento. Ele também alertou sobre a Lei Geral de Proteção de Dados. “Com a legislação, o empresário passa a ter uma preocupação maior, pois é responsabilidade dele cuidar das informações de seus públicos. Ferramentas de segurança contribuem para esse processo.”

No âmbito do setor público, a deputada distrital Júlia Lucy (Novo) elencou contribuições que a Câmara Legislativa pode prestar como “suporte para que pequenas empresas tenham acesso à profissionais do setor e aprimoramento da atual legislação”, afirmou a parlamentar, que é presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo do órgão.

Presente no encontro, o general de divisão do Sistema Defesa, Indústria e Academia de Inovação do Exército Brasileiro, Angelo Kawakami Okamura, falou sobre sua experiência à frente da instituição e citou um ponto primordial para uma organização está protegida. “As empresas que prestam serviços de tecnologia, como o de armazenamento de dados em nuvem, devem oferecer sistema de atualização. Não ter é uma porta de entrada para ataques, demostra fragilidade”, disse. Okamura comandou a defesa cibernética do Exército de 2016 a 2018.

O diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Fibra, Graciomario de Queiróz, que mediou o debate, falou sobre as novas profissões da indústria 4.0, as transformações causadas pela pandemia da covid-19 e explicou a necessidade de adequações diante dos crescentes ataques cibernéticos. “Há um déficit de profissionais de TI estimado em 403 mil para 2022, por isso a qualificação no setor se faz necessária. O acesso à internet aumentou e, consequentemente, os ataques cibernéticos cresceram, o que trouxe sérios prejuízos às empresas, em especial para as micro e pequenas, que geralmente não se preocupam ou não têm condições para implementar medidas de segurança robustas e contínuas. É necessário aplicar recursos financeiros em cibersegurança, pois negligenciar esse aspecto compromete a reputação da organização no mercado.”

07 10 2021 Reunião do Comitê Gestor Debate Segurança Cibernética Foto Victor Hugo Pessoa Capa2

Opinião
Na visão do professor doutor e membro da Comissão Acadêmica do Programa de Pós-graduação em Segurança Cibernética da Universidade de Brasília Rafael Rabelo Nunes há riscos que vão além das telas. “As empresas sofrem riscos trabalhistas e patrimoniais, pois são zonas que impactam o negócio. A segurança cibernética atinge um todo. Na universidade, preparamos o aluno para entender não só de tecnologia, mas também de processos de gestão. O profissional precisa de uma formação completa, que, aliás, envolve anos de estudo”, disse durante a segunda mesa de discussões.

Participaram também do debate o presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética e CEO da Decript, Hiago Kin, a diretora de Relações Institucionais do Observatório dos Crimes Cibernéticos, Julieta Verleun, a líder do projeto de Segurança Cibernética da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Larissa Querino, e o fundador da Apura Cybersecurity Intelligence, Sandro Suffert.

Assista o evento completo no link.

Texto: Dayane dos Santos
Fotos: Victor Hugo Pessoa/Fibra
Assessoria de Comunicação da Fibra

[Artigo] A gestão de riscos como instrumento para a aplicação efetiva do princípio constitucional da eficiência

No dia 02 de março de 2022, foi publicado o artigo intitulado “A gestão de riscos como instrumento para aplicação efetiva do princípio constitucional da eficiência” na Revista Brasileira de Políticas Públicas, Qualis A1, no Direito.

O artigo iniciou como um trabalho de conclusão de curso da aluna Marcela Teixeira, no curso MBA de Governança e Compliance da Universidade de Brasília, organizado pelo CPGIS, curso em que o Prof. Rafael Rabelo leciona a disciplina de Gestão de Riscos.

Resumo:
Enfrentar o medo de responsabilizaçãoo dos gestores públicos exige repensar a atuação do Estado e de suas instituições. A cultura de controle — por meios normativos e de fiscalização — evidenciou que ela não só não impediu a ocorrência de eventos de corrupção, mas teve um efeito adverso: a diminuição da eficiência do Estado. Esse ensaio teórico tem como objetivo discutir como a gestão de riscos pode se tornar um instrumento que contribui para o alcance dos objetivos de órgãos públicos, aplicando, de maneira efetiva, o Princípio da Eficiência. De forma sintética, isto é realizado ao se avaliarem, de forma ampla, várias classes de risco que podem impactar a consecução dos objetivos, e não majoritariamente riscos de corrupção. Para isso, é essencial discutir a importância da eficiência como princípio constitucional em contraponto às visões mais estreitas do Princípio da Legalidade. Isso posto, é possível utilizar a Teoria da Gestão de Riscos aceita internacionalmente para construir, de forma sistemática, decisões fundamentadas que possam ser validadas por várias instâncias — as chamadas linhas de defesa, e, assim, utilizar a gestão de riscos como instrumento de aplicação do Princípio da Eficiência, da mesma forma que a própria lei é o instrumento de aplicação do Princípio da Legalidade. Espera-se que, com isso, este ensaio possa contribuir com o debate do Princípio da Eficiência, principalmente quando os órgãos públicos conseguem criar uma estrutura para se gerenciar riscos com apoio da alta administração dos órgãos, da sua auditoria interna, e dos órgãos de controle externo.

Palavras-chave: Cultura de controles. Administração Pública. Valor público. Eficiência. Apagão das canetas.

Artigo completo disponível gratuitamente em: https://www.publicacoes.uniceub.br/RBPP/article/view/7903/pdf

 

Alunos e professor do PPEE são premiados em evento tradicional da área de Administração

Nesse último final de semana, dois alunos e um docente do PPEE apresentaram dois trabalhos no 32o Encontro Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (Enangrad).

Trata-se de um encontro tradicioonal que acontece anualmente com ampla participação dos cursos de graduação em administração de todo país. Um desses dois trabalhos, intitulado “A UTILIZAÇÃO DOS FRAMEWORKS NIST CSF E DA SÉRIE NBR ABNT ISO 27.000 NO CONTEXTO DA GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO” foi selecionado como um dos três melhores do tema “Administração da Informação.

Assinam o trabalho o aluno de graduação em administrado Paulo Henrique Mendonça Bueno, os alunos do PPEE Fernando Rocha Moreira e Eduardo de Oliveira Lima e o docente do PPEE, Rafael Rabelo Nunes, que também é professor no Departamento de Administração.

O artigo foi oriundo do trabalho de conclusão do primerio e contou com relevantes contribuições dos alunos do PPEE, que têm desenvolvido trabalhos em Gestão de Riscos de Segurança da Informação sob orientação do Prof. Rafael Rabelo.

A segurança da informação tem sido um tema de muita relevãncia principalmente devido a quantidade e magnitude do impacto de ataque cibernéticos nas organizações.

O trabalho contribui na análise dos principais frameworks que vem sendo utilizados pela comunidade técnica e científica.

Estabelecer um diálogo científico, acadêmico e profissional entre as duas áreas, Administração e Tecnologia, é essencial para que as organizações atinjam resultados de excelência.

Publicado originalmente em: https://ppee.unb.br/?p=2139

[Artigo] Evaluating the Performance of NIST’s Framework Cybersecurity Controls Through a Constructivist Multicriteria Methodology

O aluno Fernando Rocha Moreira publicou, recentemente, um artigo que versa sobre como utilizar os métodos de decisão multicritério para se avaliar e priorizar os controles que mitigam riscos de segurança cibernética.

O artigo foi publicado na revista IEEE Access.

Resumo:
Este artigo visa mostrar como a criação de um plano de risco pode ser resolvida com a ajuda do método construtivista multicritério. Um estudo de caso utilizando o método multicritério Decision Aid Constructivist (MCDA-C) foi aplicado, tendo como referência os controles do quadro de segurança cibernética. O estudo foi realizado em um grande banco brasileiro no Brasil. A relevância deste trabalho é a necessidade de mostrar que a aplicação de métodos multicritérios pode ser aplicada no contexto da segurança da informação, que recomenda o uso de tais métodos para auxiliar na análise de risco. A metodologia utilizada neste estudo foi tanto quantitativa quanto qualitativa, obtendo dados primários através de brainstorming com tomadores de decisão e formulários respondidos por especialistas. Os dados secundários foram obtidos através do Framework for Improving Critical Infrastructure Cybersecurity, criado pelo NIST – National Institute of Standards and Technology of the United States. O problema foi estruturado de acordo com o método construtivista, e os dados coletados foram processados e calculados. O estudo concluiu que a categoria de controles de Monitoramento Contínuo de Segurança se destacou em comparação com outras categorias. Também mostra a importância da aplicação do método construtivista para a gestão de riscos cibernéticos, desvendando um problema e fornecendo uma base para a tomada de decisões. Nosso trabalho contribui para uma melhor compreensão do gerenciamento de riscos, incentivando a adoção do método construtivista como uma forma de melhor prática de gerenciamento de riscos.

Abstract:
This paper aims to show how creating a risk plan can be solved with the help of the constructivist multicriteria method. A case study using Multicriteria Decision Aid Constructivist (MCDA-C) was applied, with cybersecurity framework’s controls as a reference. The study was conducted in a large Brazilian bank in Brazil. The relevance of this work is the need to show that the application of multicriteria methods can be applied in the context of information security, which recommends the use of such methods to assist in risk analysis. The methodology used in this study was both quantitative and qualitative, obtaining primary data through brainstorming with decision-makers and forms answered by experts. The secondary data were obtained through the Framework for Improving Critical Infrastructure Cybersecurity, created by NIST – the National Institute of Standards and Technology of the United States. The problem was structured according to the constructivist method, and the data collected were processed and calculated. The study concluded that the category of Security Continuous Monitoring controls stood out compared to other categories. It also shows the importance of applying the constructivist method for the management of cyber risks by unravelling a problem and providing a basis for decision making. Our work contributes to a better understanding of risk management, encouraging the adoption of the constructivist method as a form of risk management best practice.

Link para o artigo: http://dx.doi.org/10.1109/access.2021.3113178

Cisnes Negros, Gestão de Riscos e Continuidade dos Negócios

Para quem não conseguiu assistir, a live já está disponível na íntegra no Youtube.
Nela, discutimos sobre Cisnes Negros, Gestão de Riscos e Continuidade dos Negócios nesse cenário de COVID-19.
Agradeço ao Prof. Geraldo Falcão pelo debate, a mediação e o convite do José Carlos Deotti, e do Antônio Loiola

https://www.youtube.com/watch?v=pbcSueqELsM&fbclid=IwAR2csk39wnFelppM9YxPX-dIIXd7iaNejIfTNvdgQDjR6Sl9yB1xJcOe-EI

Estudar línguas dispondo de 15 minutos por dia. É possível!

Virada de ano sempre colocamos novas metas, não é?

Pois bem! Na virada do ano de 2018 para 2019 tinha colocado uma meta para mim! Voltar a estudar Francês! Mas como eu faria e encontraria tempo para inserir mais uma atividade na minha vida? Para quem não sabe trabalho em dois lugares, sou pai, tenho uma esposa, costumo me exercitar de 2 a 3 vezes por semana, e claro, me divirto.

Minha história com a língua frances já vem de algum tempo. Comecei a estudar essa língua no ano de 2005 na Aliança Francesa, quando estava perto de terminar a graduação em Engenharia. Naquela altura já tinha fluência no inglês mas não queria estudar espanhol, aí comecei a estudar francês com um colega da faculdade.

Contudo, o estudo de francês era algo mais por prazer do que para currículo. Dessa forma, tive que abandonar o curso por necessidade logo depois que fiz um intercâmbio. Quando retornei, acabei começando um mestrado e desde então, nunca tive mais tempo para estudar.

Para cumprir a minha meta do ano de 2019 comecei a procurar escolas próximo de minha casa, próximo do trabalho e procurava entender como resolver as questões logísticas e arrumar um tempo para estudar. Até que me veio uma coisa na cabeça: ora, estamos em 2019. Será que eu posso estudar língua por meio de um aplicativo? Algo sério… nada como Duolingo e the book is on the table!

Pois não é que encontrei um aplicativo interessante? O nome dele é Frantastique! O nome é uma mistura de Français com fantastique!

Me cadastrei nesse aplicativo no dia 31 de dezembro de 2018 e fiz as 10 primeiras lições gratuitas. No dia 09 de janeiro de 2019, recebi uma avaliação do meu nível em Francês.

Nada mal para quem tinha ficado mais de 10 anos sem estudar, não é? Bacana é que essa nota é uma média de três competências: Vocabulário (obtive nota 2.1); Comunicação Oral (obtive nota 2.6); e Gramática (obtive nota 1.0). Convenhamos, a Gramática da língua francesa não é nada fácil!

Um ano após o uso diário do aplicativo, em que me dedico de 15 a 20 minutos para fazer as lições veja só meu novo nível.

Bacana, não é?

Pois é! O formato pedagógico deles privilegia lições curtas com uma pegada bacana de humor, o que torna as aulas leves.

Além disso, existe um motor de inteligência artificial por trás do método de forma que você vai praticando apenas os pontos em que você tem deficiência. Quando vamos para uma aula presencial de idiomas acabamos perdendo tempo e ficando estudando pontos que já sabemos, não é?

Outro ponto bacana é poder estudar pelo celular, pelo tablet ou então, pelo computador.

Quer tentar estudar um novo idioma? Se inscreva por esse link – ganhe um mês grátis e me dê um mês grátis para que eu continue estudando Francês.

Eles também possuem uma versão para inglês! Clique aqui para se inscrever na versão do aplicativo de inglês e também ganhar um mes grátis! E também, possuem a versão para espanhol! Clique aqui para se inscrever na versão do aplicativo para espanhol.

Ah, depois desse mês grátis você deverá investir um valor mensal, mas te garanto que é bem mais barato do que qualquer escola de idiomas… e claro, tem também maior retorno!

Um forte abraço e bons estudos!
Prof. Rafael Rabelo

30o ENANGRAD

Nesse último final de semana o Prof. Rafael Rabelo participou do 30o ENANGRAD, que foi realizado na cidade de Uberlândia-MG, nas dependências da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

O evento tem reunido, há trinta anos, docentes, discentes e demais interessados no ensino e aprendizagem de Administração no Brasil. Nesse ano, o tema foi “Gestão da aprendizagem no contexto das transformações”.

Além das sessões científicas, também houve palestras, paineis e exposições. O evento fomentou o protagonismo dos congressistas pela realização de oficinas.

Dentre todas as oficinas, o Prof. Rafael Rabelo destacou a oficina conduzida pelo Prof. Luciano Durini, intitulada: “O método de estudo de caso da Harvard Business School: principais aspectos da metodologia”. “No contexto das transformações, modificar o método de ensino é imperativo para que a aprendizagem aconteça”, destacou.

Além das oficinas, foram apresentados os artigos com autoria ou co-autoria do Prof. Rafael Rabelo.

“A tecnologia da informação impacta a gestão do tenis de campo?”, de Felipe Camargo Rosas Carneiro, Rafael Rabelo Nunes, Aldery Silveira Júnior, Clarissa Melo Lima. Apresentação do artigo

“Análise da usabilidade do marketplace Ifood pela ótica do consumidor”, de Guilherme Lopes Wielewski, Clarissa Melo Lima, Evaldo Cesar Cavalcante Rodrigues, Aldery Silveira Júnior, Rafael Rabelo Nunes.

“Plano de benefícios sociais como ferramenta de motivação dos colaboradores em uma empresa automotiva: uma avaliação multicritério”, de Aldery Silveira Junior, Lorrane Alves Ribeiro, Lorrany Silva do Nascimento, Clarissa Melo Lima, Rafael Rabelo Nunes.

É possível gerar indicadores de desempenho utilizando o SEI? ENAJUS 2019

Brasília, 06 de agosto de 2019.

Hoje, o Prof. Rafael Rabelo apresentou o artigo “É possível gerar indicadores de desempenho utilizando o Sistema Eletrônico de Informações (SEI)?” no Encontro Nacional de Administração da Justiça – 2019, realizado nas dependências da FINATEC, em Brasília.

O artigo partiu de uma pesquisa realizada dentro do Supremo Tribunal Federal pelo seu aluno Rodrigo de Lima Cunha, sob orientação do Prof. Rafael Rabelo e colaboração do Prof. Carlos André de Melo Alves.

Segundo um membro do comitê do Trabalho Remoto, a solução foi um “divisor de águas na gestão do trabalho remoto do STF”.

Link para o trabalho completo

RESUMO: O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – idealizado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, e atualmente, suportado pelo Processo Eletrônico Nacional do Ministério da Economia – tem sido um software muito adotado na Administração Pública Federal, com instalações em 111 órgãos dos três poderes em seus mais diversos níveis – Federal, Estadual e Municipal. Uma das razões que explica o sucesso desse software é a sua flexibilidade na implementação de processos de trabalho, sem que haja, necessariamente, mapeamento do fluxo e o detalhamento de todas as suas atividades do processo. Isso permite sua rápida absorção pelos usuários e as mais diversas áreas da organização. Em um primeiro momento, é comum se ter a sensação de que a eliminação do papel e o trâmite eletrônico dos processos traz ganhos, contudo, a inexistência de detalhes do fluxo do processo, aliada a ausência de indicadores de desempenho pode dificultar a sua melhoria contínua. Neste relatório técnico, propõe-se uma maneira de endereçar essa questão pelo uso do próprio SEI aliado a uma ferramenta de Business Intelligence. A metodologia utilizada foi a de pesquisa-ação dentro do processo de gestão do trabalho remoto do Supremo Tribunal Federal. Nessa metodologia, primeiramente se explicita o problema e os principais desafios, buscam-se por soluções que podem endereçar o desafio, implanta-se um protótipo de solução para, enfim, avaliar resultados para novos ciclos de melhoria. A proposta de solução não gerou custos adicionais para o Tribunal e trouxe insights para melhorias do processo de gestão do trabalho remoto.

GOOP 2019

Estão abertas as inscrições para o Congresso de Gestão de Operações e Projetos em Organizações Públicas (GOOP), que será realizado na próxima semana, dias 27, 28 e 29/05/19nas dependências da FACE (Auditório Verde e Auditório Azul). As atividades ocorrerão à tarde (sessões científicas) e à noite (mesas redondas). Vide programação do Congresso em anexo.

As inscrições são gratuitas e serão efetuadas no site indicado a seguir, onde é possível consultar a programação do congresso.

O evento, apesar de ser gratuito, oferecerá coffee break para os participantes.

O Prof. Rafael Rabelo publicará o artigo intitulado “Instrumento para avaliação da maturidade em gestão de riscos em organizações públicas”, fruto de um trabalho da aluna Bárbara Teixeira. Ele também participará como palestrante em uma mesa redonda sobre Gestão de TI com a palestra “Riscos de TI: Um Caminho para Produtos e Serviços de Qualidade” (apresentação utilizada aqui).