História

O Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica, em que pese ter seu registro e coordenação próprios junto à CAPES, no âmbito da UnB, era até o primeiro período de 2018, um programa gerido como parte do Programa de Pós-Graduação em Engenharia ElétricaPPGEE (Acadêmico), obedecendo ao Regulamento Interno do PPGEE e a uma resolução específica de 12 de fevereiro de 2013 que estabelecia normas complementares para o funcionamento do curso de Mestrado Profissional no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da Universidade de Brasília. Tal resolução específica é amparada no Art. 3, § 2o do Regulamento Interno do PPGEE e foi aprovada pelo Colegiado do PPGEE em sua XI reunião, realizada em 14 de dezembro de 2012.
Desde sua criação, o Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica foi ofertado na forma de turmas específicas, com ingresso de alunos regulado por edital vinculado à turma.
Consequente à publicação dos resultados da Avaliação Quadrienal 2013-2016, o Departamento de Engenharia Elétrica da UnB recebeu em 27/10/2018 a visita do Coordenador da Área de Engenharias IV da CAPES, Professor Murilo A. Romero, EESC/USP. Nessa ocasião, o Coordenador das Engenharias IV esteve reunido com os coordenadores dos dois programas acadêmicos (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica – PPGEE e Programa de Pós-Graduação em Sistemas Eletrônicos e de Automação – PGEA) e o coordenador do Programa Profissional em Engenharia Elétrica (PPEE), assim como a coordenadora do Programa em Engenharia Biomédica da FGA. No que se refere ao programa profissional PPEE, após discussão dos resultados da avaliação quadrienal, o Coordenador das Engenharias IV apresentou considerações importantes para o futuro do PPEE, especificamente:

  • Que o PPEE deveria evoluir para ter uma gestão própria independente do programa acadêmico, considerando ainda as novas definições da CAPES quanto aos programas profissionais que devem objetivar ser completos, no sentido de ter mestrado e doutorado profissionais, além da possibilidade de uma avaliação quadrienal baseada em critérios próprios e específicos dos programas profissionais;
  • Que a oferta de turmas do PPEE deveria passar a ser regular, não impedindo a criação de turmas específicas sob demanda;
  • Que o PPEE deve objetivar ser um programa completo, no sentido da inclusão de um conjunto abrangente de áreas da engenharia elétrica, sem lacunas de áreas importantes;
  • Que o PPEE deveria buscar um foco temático que fosse o seu diferenciador tanto com relação aos programas acadêmicos de Engenharias IV da UnB quanto com relação a outros programas profissionais de Engenharias IV brasileiros, sugerindo-se um direcionamento em função das duas últimas ofertas de turmas nos domínios da segurança cibernética, segurança da informação e forense em engenharia elétrica e tecnologias da informação.

Buscando atender tais requisitos, fez-se necessário escolher uma área focal para o programa e estabelecer o regulamento para que o PPEE passe a ter sua gestão própria no âmbito da UnB. Tal se fez a partir de deliberações do Colegiado do PPGEE, primeiramente com a instituição, pelo ato nº 002/2017, de uma comissão voltada à reformulação do mestrado profissional (processo SEI 23106.070955/2017-06), o que levou à proposição de um regulamento específico do programa profissional. Em seguida, tal proposição de regulamento foi aprovada pelo Colegiado do PPGEE, em sua reunião de 18/05/2018.
O novo regulamento do PPEE parte assim de um regulamento existente e aprovado em todas as instâncias cabíveis na UnB (conforme resolução CEPE 080/2017), com a retirada das determinações específicas de programas acadêmicos e a integração das determinações mais próprias aos programas profissionais. O novo regulamento do PPEE estabelece um foco na área de concentração em segurança cibernética, considerada como o diferencial do PPEE com relação ao programa acadêmico de origem e com relação a outros programas profissionais de engenharia elétrica no Brasil. Por outro lado, tal área de concentração embasa uma estratégia criar linhas de pesquisa que se enquadrem dentro da segurança cibernética e que cubram os diversos domínios da engenharia elétrica, tais como a segurança da infraestrutura crítica de energia e potência, a segurança da infraestrutura crítica de comunicações, a segurança dos Sistemas de Informação e das Redes, a segurança dos sistemas eletrônicos e de controle e automação, as ciências forenses vinculadas a tais linhas de pesquisa.
A aprovação do novo regulamento pelas instâncias da Faculdade de Tecnologia e do Decanato de Pós-Graduação está desse modo sendo encaminhada conjuntamente pelas Coordenações do PPGEE e do PPEE, no sentido tanto de atender às diretrizes da CAPES quanto de passar a gerir o Programa de Pós-Graduação Profissional em Engenharia Elétrica de forma independente, com seu próprio Colegiado e Coordenação, bem como com uma oferta regular de vagas, possivelmente já a partir do período 2018/2.

Cade: Nova turma de Introdução à Gestão de Riscos

No último dia 06 de abril de 2018, no auditório da ANTAQ, iniciou-se a segunda turma de Introdução à Gestão de Riscos, elaborada e ministrada especialmente para os servidores do Cade – Conselho Administrativo de Conselho Econômico pelo Prof. Rafael Rabelo.

Da mesma forma que a primeira turma, o objetivo principal do curso é  “uniformizar os conceitos básicos da Gestão de Riscos, capacitando os servidores a aplicar o processo de avaliação de riscos de acordo com a série de normas ISO 31.000”.

Nessa segunda turma, se ampliará o uso de metodologias ativas de aprendizagem. Assim, os servidores serão convidados a observarem a realidade do órgão, identificar os pontos chaves, teorizar sobre a Gestão de Riscos para então, realizar hipóteses de solução. Dessa forma, torna mais fácil aplicar à realidade do órgão e a cada uma de suas áreas, a gestão de riscos.

Segundo o Prof. Rafael, “O treinamento tende a ter um efeito mais útil quanto se utiliza metodologias ativas de aprendizagem. Eu espero que os servidores consigam já no final do curso, aplicar técnicas básicas de identificação, análise e avaliação de riscos e já saiam fazendo, e não apenas teorizando”.

A Gestão de Riscos é uma excelente forma de se gerenciar uma organização. Com essa abordagem, a organização define os seus objetivos e procura identificar, analisar e avaliar o que pode, de alguma forma, desviá-la desse objetivo.

Alunos do curso de Administração da UnB aplicam técnicas de Gestão de Processos no Senado Federal

No dia 24 de novembro de 2017, em cerimônia realizada no hall de entrada da Secretaria de Gestão de Pessoas do Senado Federal, ocorreu a Reinauguração do Serviço de Atendimento ao Usuário – Seatus. Sob a chefia do servidor Washington Reis, desde abril do corrente ano, o Serviço vem buscando o alinhamento com o Planejamento Estratégico do Senado Federal, expresso no segundo item da Carta de Compromissos da Diretoria-Geral, como excelência na prestação de serviços públicos. Em seu discurso, Washington enfatizou sobre o ótimo trabalho que sua equipe vem realizado e dos desafios que ainda tem para enfrentar nessa jornada à frente ao Seatus.

A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, afirmou que a reinauguração do serviço é a materialização das ações buscadas na Carta de Compromissos – lançada há dois anos – e uma iniciativa planejada e organizada pelo próprio setor, que percebeu a importância do trabalho. Segundo Ilana, o novo Seatus é a mostra concreta de uma mudança de cultura organizacional, com decisões que não partiram da DGER.

— Essa reinauguração tem a importância de contribuir para o Senado, deixando um legado. Agradeço a todos aqui por esse passo definitivo que vem sendo construído para a Casa — comemorou a diretora.

A mudança de paradigmas na gestão do Seatus, promovida por Washington Reis, tem como premissa a integração e a participação dos colaboradores no desenvolvimento das ações e dos serviços prestados no setor. Destaca-se, por exemplo, a criação de Núcleos de Trabalhos que se subdividem em Comitês onde os colaboradores são designados para compor equipes com um administrador, descentralizando as tomadas de decisões. Entre os colaboradores, ressalta-se a participação de alunos do curso de Administração da UnB, entre eles, Emmanuel Gonçalves e Letícia Costa, responsáveis, respectivamente, pelos Comitês de Comunicação e Identidade Visual e Ambiente Organizacional.

Os alunos aplicaram técnicas de Gestão de Processos, sob orientação do Prof.º. Rafael Rabelo, com a implementação de estrutura de layout, sinalização e um projeto de expansão do setor para melhor adaptação dos serviços prestados. Letícia Costa e Emmanuel Gonçalves, evidenciaram, ainda, a importância da aplicação da teoria à prática como uma oportunidade de assimilar de forma eficaz o que foi disseminado em sala de aula.

Reinauguração do Serviço de Atendimento ao Usuário

A reinauguração do Seatus foi prestigiada pela alta Administração da Casa, Sra. Ilana Trombka – Diretora-Geral, Sr. Márcio Tancredi – Diretor-Executivo de Gestão e o Sr. Paulo Meira – Diretor da Secretaria de Gestão de Pessoas, Coordenadores, Assessores, e servidores da Casa, com a expressão de elogios para os colaboradores que participaram de forma ativa para as mudanças.

Márcio Tancredi, diretor-executivo de Gestão, elogiou a chefia do Seatus pelo projeto que reinaugurou o Seatus, que prioriza a qualidade do atendimento e a correta prestação de informações. Para Tancredi, é notável a disposição de mudar a maneira de pensar e fazer o trabalho e não insistir na burocracia dos serviços, aprendendo também a ouvir e a crescer com os erros. O diretor afirmou que a iniciativa da SEGP vem ao encontro do projeto que busca a automação nas ações que envolvem recursos humanos, trazendo um novo modelo para a área.

Diretor da SEGP, Paulo Meira expôs o cenário ideal para uma central de atendimento como aquele em que a informação é prestada com exatidão e de maneira cortês e gentil. Qualquer outra situação fora disso, avaliou o diretor, não satisfaz a expectativa do trabalho. Ele também classificou a reinauguração do Seatus como uma ação estreitamente ligada ao segundo item da Carta de Compromissos e as Diretrizes Estratégicas do Senado para o biênio 2017/2018.