Defesa de Trabalho de Conclusão sobre Gestão de Riscos de Segurança da Informação no Setor Público Brasileiro

Hoje, 29 de setembro de 2025, às 9h, tive a alegria de presidir a defesa do trabalho “Gestão de Riscos de Segurança da Informação no Setor Público Brasileiro: levantamento da percepção dos princípios da ISO 31000:2018 e proposição de medidas de controle”, desenvolvido por Patrícia Araújo de Oliveira, PhD como parte do seu trabalho final de conclusão da especialização em Privacidade e Segurança da Informação da Universidade de Brasília.

A pesquisa, aplicada a profissionais da Administração Pública, contribui de forma original para compreender como os princípios da ISO 31000:2018 se manifestam nas práticas de gestão de riscos de segurança da informação — propondo medidas de controle alinhadas ao PPSI e à PNSI 2025.

Nas palavras do Prof. Joao Souza Neto, trata-se de “um trabalho inédito, um embrião para medir cultura de gestão de riscos de segurança da informação”.

Agradeço aos professores Souza Neto e Carlos André de Melo Alves pela participação na banca e pelas valiosas contribuições. E, claro, parabéns à Patrícia pela excelente defesa e pela dedicação em um tema tão relevante para o fortalecimento da segurança e da governança pública no Brasil.

Aproveito para agradecer ao Prof. Georges Daniel Amvame Nze, coordenador do PPEE, e ao Leonardo Ferreira, grande patrocinador dessa ação!

PPEE UnB Departamento de Administração da Universidade de Brasília Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília

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Hoje em Curitiba!

Estou participando do 4º Encontro de Encarregados de Dados, organizado pela RNP, uma iniciativa que se consolida como fórum para fortalecer a cultura de proteção de dados e privacidade no país.

O melhor é poder encontrar os alunos da Pós em Especialização e Privacidade de Dados. Thais Ettinger, Edna Angelo, @Abraao José.

Agradeço à Pollyana Esteves pelo convite e pela confiança para conduzir uma oficina sobre avaliação de riscos de privacidade durante o evento.

É sempre um prazer trocar experiências e contribuir com a comunidade que trabalha diariamente para tornar o ecossistema digital mais seguro e responsável.

PPEE UnB Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília Departamento de Administração da Universidade de Brasília

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 Hoje concluímos a disciplina Pesquisa Qualitativa em Administração Pública (PGAP/UnB), ministrada para uma das turmas do Ministério Público da União

Para mim, foi ao mesmo tempo um grande desafio e uma oportunidade única. Ao conduzir os encontros, pude aprofundar ainda mais minha compreensão sobre métodos e técnicas qualitativas — e, sobretudo, aprender junto com a turma a cada etapa.

O que mais me marcou foi a alegria e a união que se refletiram em todo o processo. Tivemos debates intensos, oficinas práticas, apresentações criativas e até mesmo uma encenação teatral simulando entrevistas qualitativas!

Saio com a convicção de que os aprendizados construídos coletivamente seguirão com cada participante muito além da sala de aula.

Parabéns a todos pela dedicação e entusiasmo!

Agradeço a professora diana vaz de lima, pela coordenação da turma, e pela oportunidade, e aos professores @Tomas Aquino e @Adalmir pela coordenação do programa.

Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília

Avaliação de Riscos de Privacidade no Ensino Superior: Oficina no 4º Encontro de Encarregados de Dados das IES


Nos dias 01 e 02 de outubro de 2025, estarei em Curitiba-PR participando do 4º Encontro de Encarregados de Dados das IES, um espaço essencial para troca de experiências sobre privacidade e proteção de dados no ensino superior.

Terei a honra de ministrar uma oficina prática de avaliação de riscos de privacidade, trazendo metodologias e reflexões sobre como as instituições podem estruturar processos consistentes para identificar, analisar e tratar riscos relacionados ao uso de dados pessoais.

Em um cenário de transformação digital e exigências regulatórias cada vez mais intensas, a gestão de riscos em privacidade é mais que uma obrigação: é um diferencial estratégico que facilita o uso racional e proporcional de recursos para garantir confiança, transparência e sustentabilidade nas organizações.

As inscrições já estão abertas: https://lnkd.in/dtQMQKZx

Será um prazer encontrar colegas, compartilhar práticas e aprender juntos neste evento!

Agradeço a Pollyana Esteves pelo convite e pela oportunidade!

Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília Departamento de Administração da Universidade de Brasília

Hoje conheci o Espaço Teia CAIXA onde tive a honra de ministrar uma palestra no Risk Talks, para colaboradores da Vice-Presidência de Riscos da organização e de suas subsidiárias: Caixa Cartões, CAIXA Seguridade Participações S.A. e Loterias CAIXA

Falar para quem vivencia modelos de risco diariamente foi uma oportunidade única de trocar experiências e refletir sobre temas que estão transformando o setor financeiro:

🔹 Riscos invisíveis — cibersegurança, dependência de legados, exposição a terceiros, bolhas silenciosas e mudanças demográficas que corroem modelos tradicionais.
🔹 Riscos emergentes segundo a ISO 31050 — novos, em evolução ou difíceis de perceber, que exigem olhar para sinais fracos, cenários e interdependências em cascata.
🔹 A mentalidade de riscos — mais do que ferramentas, trata-se de cultivar uma forma de pensar que integra riscos e oportunidades em todas as decisões.
🔹 Princípios da gestão de riscos (ISO 31000) — integração, inclusão, adaptação ao contexto, fatores humanos e melhoria contínua como pilares para criar valor e fortalecer a resiliência.

💡 Trouxe a reflexão de que os riscos invisíveis não aparecem em planilhas! É preciso radar estratégico. Gerenciar riscos hoje é aprender rápido, adaptar em movimento e cultivar uma cultura organizacional que enxerga riscos não como falhas, mas como elementos naturais de qualquer decisão.

Além de tudo isso, pude depois assistir aos magníficos resultados da EY em seu 14º relatório anual de riscos, ministrado por Rui Cabral!

Agradeço à @Roni, ao @Alexandre Silveira, ao Jardel Luis Carpes e à Henriete Sartori Bernabé pela oportunidade!

Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília Departamento de Administração da Universidade de Brasília

Inteligência Artificial e Segurança da Informação em Debate

Na última terça-feira tive a honra de participar de um evento extraordinário, compartilhando a mesa com Emilio Nakamura e Sergio Ribeiro em uma discussão inspiradora sobre Inteligência Artificial e Segurança da Informação.

Foi uma oportunidade enriquecedora para trocar experiências e refletir sobre os desafios e oportunidades que a IA traz para o nosso campo.

Meu agradecimento especial ao The World Bank e ao digitalgov.br, em nome do Leonardo Ferreira, pela confiança e pelo convite para contribuir em um encontro tão exclusivo e relevante.

Seguimos juntos fortalecendo o diálogo entre inovação tecnológica e segurança!

Entre o saber e o fazer: um abismo chamado universidade

Nos últimos dias, o mundo perdeu Kongjian Yu, renomado arquiteto e professor da Universidade de Pequim. Um nome que transcendeu fronteiras ao propor o conceito das cidades-esponja, que unem natureza, engenharia e sensibilidade urbana, uma verdadeira síntese entre teoria e prática.

Ao saber de sua morte, não pude deixar de pensar em algo incômodo: quantos professores brasileiros poderiam ter a mesma projeção se o nosso sistema universitário permitisse o mesmo diálogo entre academia e mercado?

No Brasil, a quase totalidade dos docentes em universidades públicas está vinculada ao regime de dedicação exclusiva, que proíbe o exercício profissional fora da instituição. A intenção original é nobre, a de garantir foco total na docência e na pesquisa, mas o efeito colateral é cruel: a universidade acaba se tornando um fim em si mesma.

Durante quase cinco anos, tramitei um pedido para alterar meu regime de trabalho de 20h para 40h sem dedicação exclusiva. Foram anos de espera, pareceres, debates e até mudança de norma interna da UnB, que antes proibia essa possibilidade.

Nesse mês de setembro, finalmente a alteração de meu regime foi concluída. A reflexão é de quantos professores brilhantes já perdemos simplesmente por essa vedação? Eu conheço alguns! Quantos deixamos de ouvir, ano após ano, por manter uma estrutura que separa o saber do fazer?

Talvez esteja aí um dos nossos maiores desafios: reaproximar a universidade da sociedade, não como prestadora de serviço, mas como parte viva dela.