Temos a alegria de anunciar mais uma edição do nosso evento anual de cibersegurança, que contará com o II Seminário Internacional de Segurança Cibernética nas Cortes Superiores.

A programação inclui painéis sobre ameaças cibernéticas, soberania digital, resposta a incidentes, e muito mais!

✅ Aberto ao público no dia 25/06, mediante inscrição prévia:
📌 https://lnkd.in/gGKBT_2A

⚠️ Nos demais dias, a participação é restrita ao público interno do STF ou mediante convite.

🔍 Confira a programação completa, inscreva-se e venha participar das discussões mais relevantes sobre segurança cibernética no setor público!

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Você conhece o papel das Três Linhas de Defesa na gestão de riscos cibernéticos?

O Acórdão 2387/2024 do TCU revelou um dado alarmante: as organizações públicas do SISP ainda estão muito aquém da implementação adequada de medidas básicas de cibersegurança, como as 56 ações previstas no IG1 do CIS Controls.

O que mais chama a atenção é que grande parte dessas organizações sequer compreende o papel da alta administração e das linhas de defesa no gerenciamento de riscos cibernéticos. Isso evidencia uma lacuna estrutural crítica.

Para apoiar quem atua na linha de frente da segurança da informação, compartilho o artigo que publicamos na Revista CEJ: “Os tribunais têm estrutura para gerenciar riscos de segurança da informação? Um estudo à luz das Três Linhas”

Acesse o artigo aqui: https://lnkd.in/d2MwU7sZ

O artigo é leitura essencial para quem deseja entender como estruturar adequadamente a 1ª, 2ª e 3ª linhas de defesa e fortalecer a governança em cibersegurança — especialmente no setor público.

Em tempos de aumento exponencial de ataques, dominar esse conceito não é diferencial, é premissa básica.

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Você conhece os principais frameworks de modelagem de ameaças utilizados em cibersegurança?

Nosso artigo “Revisão Sistemática sobre Frameworks de Modelagem de Ameaças em Segurança Cibernética” foi aceito para apresentação no MICRADS 2025, que acontecerá em Orlando no final de julho. O trabalho já está disponível em acesso aberto:

https://lnkd.in/dK2ZFyzh

A pesquisa analisou 35 estudos científicos e comparou os principais frameworks de modelagem de ameaças utilizados no mundo.

Os destaques foram:

MITRE ATT&CK como o framework mais utilizado (40%);
Attack Tree (26%) e STRIDE (20%) também aparecem com relevância;
Adoção crescente de técnicas comportamentais, arquiteturais e táticas para análise de ameaças;

Forte presença da Europa nas publicações, seguida por América e Ásia.

O estudo apresenta tendências, aplicações práticas e lacunas da literatura, e sugere uma agenda de pesquisa para ampliar o uso estruturado dessas ferramentas por organizações públicas e privadas.

Obrigado pela parceria Edvan G. Silva, Fernando Rocha Moreira, Georges Daniel Amvame Nze, e Joao Gondim!

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