Nova publicação na área de Cibersegurança no Judiciário!

No final do ano passado publicamos o artigo “Proteção Cibernética no Judiciário Brasileiro: Um Estudo Comparativo das Estruturas de Segurança em Tribunais Estaduais”, fruto de uma pesquisa que conduzimos com base em documentos públicos e pedidos via Lei de Acesso à Informação.

O estudo avaliou se os tribunais estaduais brasileiros possuem estruturas adequadas para gerenciar riscos cibernéticos — com foco especial na segunda linha de defesa, conforme o Modelo das Três Linhas.

Os principais achados:

A maioria dos tribunais possui comitês de segurança da informação, mas muitos ainda não contam com um gestor formal de segurança ou com equipe de tratamento de incidentes.

As estruturas da segunda linha de defesa (supervisão e conformidade) são frágeis e, muitas vezes, desconectadas da operação.

A adoção de frameworks consolidados, como ISO 27001, CIS Controls ou NIST, ainda é incipiente em boa parte dos tribunais.

Em muitos casos, a segurança é tratada como um problema técnico, e não estratégico — o que compromete a governança e a resiliência das instituições.

Nossa principal recomendação: é hora de fortalecer as estruturas de supervisão e integrar os princípios da governança de riscos à alta administração. Segurança cibernética não é só firewall e antivírus — é gestão estratégica de riscos.

A publicação está disponível em acesso aberto pelo link: https://lnkd.in/d6QFRd3H

Parabéns aos coautores Jady Pamella, Edvan G. Silva e Lucas Vinicius pela parceria e dedicação!

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Alta Administração, onde estão vocês?

O Acórdão 2387/2024 do TCU deixou claro: falta responsabilização da alta administração pela gestão dos riscos cibernéticos.

Esse alerta não é novo — ele só vem sendo cada vez mais explícito.

Mas por que isso acontece?
Porque, muitas vezes, não falamos a linguagem do negócio. Apresentamos os riscos cibernéticos como problemas técnicos, com jargões e frameworks que pouco dizem ao gestor que precisa decidir sobre orçamento, pessoal e prioridades.

É urgente traduzir esses riscos em impactos reais: interrupção do serviço, vazamento de dados, perda de confiança, entre outros.

O artigo “Judiciário sob ataque hacker”, fruto da dissertação do meu aluno Renato Solimar, mostra exatamente como fazer isso: identifica os principais riscos de negócio do Judiciário e conecta esses riscos às causas cibernéticas operacionais. Uma metodologia concreta para falar com quem decide.

Acesse o artigo completo aqui: https://lnkd.in/d27eza34

E você, saberia citar de cabeça 3 riscos de negócio da sua instituição cujas causas estão em falhas de segurança da informação?

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 Hoje tive a honra de participar da aula magna da nova turma do Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília, voltada especialmente para servidores do Supremo Tribunal Federal.

Foi uma experiência verdadeiramente especial para mim, que atuo como servidor do STF e da UnB. Pude vivenciar, na prática, aquilo que venho defendendo há tempos: a importância da aproximação entre academia e setor público. A pesquisa precisa dialogar com os desafios concretos da gestão, e a prática precisa se nutrir da reflexão crítica e metodológica da academia.

Essa turma é um exemplo claro de como é possível construir essa ponte de forma sólida e transformadora. Parabéns ao PGAP/UnB e ao STF por essa iniciativa tão relevante!

Desejo sucesso aos meus colegas do STF como alunos da UnB!

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Temos a alegria de anunciar mais uma edição do nosso evento anual de cibersegurança, que contará com o II Seminário Internacional de Segurança Cibernética nas Cortes Superiores.

A programação inclui painéis sobre ameaças cibernéticas, soberania digital, resposta a incidentes, e muito mais!

✅ Aberto ao público no dia 25/06, mediante inscrição prévia:
📌 https://lnkd.in/gGKBT_2A

⚠️ Nos demais dias, a participação é restrita ao público interno do STF ou mediante convite.

🔍 Confira a programação completa, inscreva-se e venha participar das discussões mais relevantes sobre segurança cibernética no setor público!

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Você conhece o papel das Três Linhas de Defesa na gestão de riscos cibernéticos?

O Acórdão 2387/2024 do TCU revelou um dado alarmante: as organizações públicas do SISP ainda estão muito aquém da implementação adequada de medidas básicas de cibersegurança, como as 56 ações previstas no IG1 do CIS Controls.

O que mais chama a atenção é que grande parte dessas organizações sequer compreende o papel da alta administração e das linhas de defesa no gerenciamento de riscos cibernéticos. Isso evidencia uma lacuna estrutural crítica.

Para apoiar quem atua na linha de frente da segurança da informação, compartilho o artigo que publicamos na Revista CEJ: “Os tribunais têm estrutura para gerenciar riscos de segurança da informação? Um estudo à luz das Três Linhas”

Acesse o artigo aqui: https://lnkd.in/d2MwU7sZ

O artigo é leitura essencial para quem deseja entender como estruturar adequadamente a 1ª, 2ª e 3ª linhas de defesa e fortalecer a governança em cibersegurança — especialmente no setor público.

Em tempos de aumento exponencial de ataques, dominar esse conceito não é diferencial, é premissa básica.

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Você conhece os principais frameworks de modelagem de ameaças utilizados em cibersegurança?

Nosso artigo “Revisão Sistemática sobre Frameworks de Modelagem de Ameaças em Segurança Cibernética” foi aceito para apresentação no MICRADS 2025, que acontecerá em Orlando no final de julho. O trabalho já está disponível em acesso aberto:

https://lnkd.in/dK2ZFyzh

A pesquisa analisou 35 estudos científicos e comparou os principais frameworks de modelagem de ameaças utilizados no mundo.

Os destaques foram:

MITRE ATT&CK como o framework mais utilizado (40%);
Attack Tree (26%) e STRIDE (20%) também aparecem com relevância;
Adoção crescente de técnicas comportamentais, arquiteturais e táticas para análise de ameaças;

Forte presença da Europa nas publicações, seguida por América e Ásia.

O estudo apresenta tendências, aplicações práticas e lacunas da literatura, e sugere uma agenda de pesquisa para ampliar o uso estruturado dessas ferramentas por organizações públicas e privadas.

Obrigado pela parceria Edvan G. Silva, Fernando Rocha Moreira, Georges Daniel Amvame Nze, e Joao Gondim!

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🎓 Finalizando um Semestre na turma específica do Ministério da Justiça e Segurança Pública!

É com imensa alegria que concluo a disciplina “Segurança Cibernética” na turma específica do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ministrar essa disciplina foi uma jornada enriquecedora e gratificante, cheia de aprendizados mútuos e trocas significativas.

O curso abordou desde fundamentos até questões avançadas de segurança cibernética, criptografia e gestão de riscos, nivelando os participantes – que tem origem em diversas áreas do conhecimento – com conhecimentos e habilidades críticas para proteger os nossos órgãos públicos.

Impacto e Integração: A turma trouxe uma energia incrível e uma vontade de aplicar o conhecimento de maneira que realmente faça a diferença nas suas áreas de atuação.

Parabéns a todos os participantes por completarem essa jornada. Desejo sucesso no Mestrado!!!

Aproveito para dizer para a rede, que o PPEE tem um outro edital publicado para seleção de mais alunos do MJSP e de seus órgãos vinculados. https://lnkd.in/djp8c_CB.

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15 Anos de Docência e 16 Turmas de Administração de Sistemas de Informação

E essa foi a minha 16ª turma da disciplina Administração de Sistemas de Informação na UnB. Além de ser disciplina obrigatória do curso de Bacharelado em Adminsitração, ela é optativa para Ciências Contábeis, Biblioteconomia, e vários outros.

O objetivo dessa disciplina é compreender como os Sistemas de Informação são essenciais para atingir os objetivos de organizações modernas tais como aumentar a excelência operacional, desenvolver novos produtos e serviços, estreitar o relacionamento entre fornecedores e clientes, melhorar a tomada de decisão, promover vantagem competitiva e assegurar a sobrevivência.

Para isso, a disciplina aborda o universo da Tecnologia onde passamos por Dados, Redes, IoT, I.A., B.I, Governança de TI e claro, Segurança da Informação.

Já são 8 anos na UnB! Com os outros 7 que estive na Estácio, são 15 anos de Docência no Ensino Superior. +2 anos de professor de matemática, totalizam 17 anos nessa profissão!

Semestre que vem ofertarei duas disciplinas na graduação: além de Administração de Sistemas de Informação, também ofertarei Gestão de Processos!

Você, aluno da Universidade de Brasília está convidado a se juntar a mim!

Admininistração de Sistemas de Informação: seg/qua, das 16h às 17h50min.
Gestão de Processos: sex, das 8h às 11h50min.

Início da Segunda Turma do Mestrado em Administração Pública da UnB

É com grande entusiasmo que comunico a rede que aconteceu hoje, a aula inaugural, no auditório da ESMPU, da Segunda Turma de Mestrado Profissional em Administração Pública do MPU! Sou um dos docentes do Programa de Pós-graduação Profissional em Administração Pública da Universidade de Brasília!

A diretora-geral da ESMPU, Raquel Branquinho, destacou o sucesso desta parceria que tem trazido grandes avanços para a educação e a gestão pública. Com a presença de professores e alunos altamente qualificados, estamos confiantes de que o curso contribuirá significativamente para a melhoria dos serviços públicos no Brasil.

Sob a coordenação pedagógica da professora diana vaz de lima, o curso é estruturado para abordar profundamente a administração pública e políticas públicas, fornecendo aos alunos conhecimento teórico e prático essencial para o aprimoramento de suas capacidades gerenciais.

As aulas são presenciais, realizadas na Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão Pública (FACE) da UnB e na própria ESMPU, fortalecendo ainda mais os laços entre teoria e prática administrativa.

Mais informações em: https://lnkd.in/dYhVCfTB

Confira o site do PGAP: http://pgap.unb.br

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